Por que o Tinder?
Junto com o crescimento da internet, o surgimento de sites e chats de relacionamentos cresceram em larga escala, bem assim como a ampliação desse sistema de paqueras virtuais para o mundo do celular.
Em uma época de grande mobilidade, aplicativos como o Tinder passaram a ser usados por pessoas de diferentes idades e preferências, o que gera a dúvida: será que esses usuários, de perfis tão diferentes, tem alcançado seus objetivos através dessa rede? Até que ponto vai a eficácia desse facilitador quando o relacionamento entre as pessoas se tornam reais?
“Queremos recriar a sensação de paquera: aquele sentimento que surge quando se troca olhares com alguém e fica-se com uma vontade incontrolável de conversar com aquela pessoa. No Tinder, isso pode acontecer”, afirmou Sean Rad, co-fundador da plataforma.
Baseado no sucesso que o aplicativo tem feito, elaboramos uma pesquisa afim de detalhar o perfil – e o sucesso – dos diferentes usuários.
Nessa reportagem multimídia, procuramos entrevistar alguns tipos básicos que geralmente encontramos no aplicativo. Como resultado, publicamos pequenos perfis de cada personagem, utilizando diferentes tipos de mídia.
Também é muitíssimo importante ressaltar que, com a escolha de nossos entrevistados, não buscamos generalizar ou julgar quem utiliza o aplicativo, mas sim demonstrar um pouco do que podemos encontrar entre os matchs e likes. Por isso também, decidimos criar ilustrações com nomes diferentes dos entrevistados (até mesmo daqueles que não optaram por anonimato) e fisionomias que não se assemelham aos verdadeiros personagens.
Nessa reportagem multimídia, procuramos entrevistar alguns tipos básicos que geralmente encontramos no aplicativo. Como resultado, publicamos pequenos perfis de cada personagem, utilizando diferentes tipos de mídia.
Também é muitíssimo importante ressaltar que, com a escolha de nossos entrevistados, não buscamos generalizar ou julgar quem utiliza o aplicativo, mas sim demonstrar um pouco do que podemos encontrar entre os matchs e likes. Por isso também, decidimos criar ilustrações com nomes diferentes dos entrevistados (até mesmo daqueles que não optaram por anonimato) e fisionomias que não se assemelham aos verdadeiros personagens.
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